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A COBIÇA
Desde que o homem se entende por homem Desde que o mundo se entende por mundo Desde que tudo se tem no mundo Por que cobiçar e não trabalhar Por que cobiçar e não trabalhar Por que da cobiça Por que da ganância Viver assim, ser tão infeliz Por que não lutar para se ter o que quer Correr o risco de perder uma mulher A cobiça consome a alma E muda o que nós somos Por que se arriscar a tanto Entrar em um caminho sem volta Perder quem nós amamos Talvez para sempre...
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O 2º ano, a partir da leitura de contos do Realismo em paradidático, elaborou releituras de narrativas de tal estilo de época, através de intertextos em forma de letras de música ou poemas.
O AMOR
O amor proibido Por que a de ser tão atraente Amor proibido Por que não a de ser mais simples Amor proibido Por que te proíbem Amor é tão puro Por que proibir Por que proibir o que não se controla Por que proibir o amor Por que proibir o que é livre O que é livre não se proíbe O que não se controla não se proíbe Então por que proibir o amor |
O HÓSPEDE
E viajava o homem Caixeiro de cobranças Viajava em seu cavalo Só pensando nas mudanças Chegando ao meio do caminho Não aguentava Precisava parar E logo entrou numa casa Para o homem era um caso especial Mas a casa não era hospedaria Pertencia a um casal Que disse que o homem só dormiria Deram de comer e de beber E uma cama bem macia Que pertencia a sei filho Que logo retornaria... |
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